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segunda-feira, 11 de julho de 2016

PETRÓLEO

Vamos discutir o futuro energético mundial e o do petróleo em particular?

 

 Uma discussão bem interessante sobre esse importante tema para todos nós foi realizada no iFHC, atual fundação FHC, em São Paulo, em 12/04/2016, com a participação de David Zylbersztajn,
primeiro diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), ainda em 1998.

Vale a pena discutir, se informar e refletir sobre a atual crise do petróleo. Reflexões como do porquê - ou dos "porquês" - da queda de preço do barril de petróleo em relação aos áureos períodos de alta relação demanda/oferta e a influência do gás de xisto americano são pertinentes e atuais.

Essa palestra pode ser acessada, em vídeo, aqui.

Enjoy!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

ARMAZENAMENTO DE ENERGIA

Estocagem de energia - de fontes renováveis –, até hoje, não armazenável, será possível algum dia? 

Uma substância muito comum em nosso dia a dia pode ser a chave para a criação de capacitores que armazenarão energia de fontes renováveis. A notícia é de 2013, mas, a discussão é extremamente pertinente para ser pautada hoje e no futuro, principalmente em nosso país onde se discute, como nunca, a questão da matriz energética

 

Sem entrar nos detalhes mais técnicos, capacitores são, basicamente, componentes eletrônicos capazes de armazenar energia – a rigor, armazenar cargas - num campo elétrico. Essa capacidade depende muito, dentre outras variáveis, de um material colocado entre duas placas metálicas polarizadas.


 Esse material, conhecido como dielétrico, deve ser o mais isolante possível para que a energia recebida através das placas seja armazenada com mais eficiência.


E como se mede essa “capacidade isolante”? Através de um valor numérico constante para cada material avaliado chamado constante dielétrica. Quanto maior for o seu valor, maior será a capacidade do capacitor de armazenar energia para uso posterior.


O material dielétrico faz com que o capacitor armazene energia mesmo na ausência de suprimento energético de fontes externas – no nosso caso de interesse, isso é particularmente importante quando uma fonte renovável não está produzindo energia. Aliás, essa é a grande desvantagem desse tipo de fonte energética: produção intermitente de energia sem capacidade, pelo menos até o momento, de armazenamento.


Já existem alguns projetos em andamento sobre esse assunto – como armazenar energia de fontes renováveis – que não se baseiam em capacitores. Eu mesmo escrevi, há algum tempo atrás, um artigo para um jornal, onde os pesquisadores se baseiam num processo químico denominado eletrólise.


Então por que, agora, surgiu a ideia de armazenar energia com capacitores, que surgiram, como conceito, em meados do século XVIII? Porque, até o momento, não se tinha descoberto um material dielétrico que satisfizesse três condições importantes para se armazenar energia em grandes quantidades:


  • Constante dielétrica elevada, ou seja, capacidade de armazenar grande quantidade de energia.
  • Uma perda dielétrica muito baixa, o que significa, praticamente, nenhum vazamento e desperdício de energia.
  • Capacidade de operar em uma ampla faixa de temperaturas.


Pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália - ANU, na sigla em inglês - anunciaram - em julho de 2013 - ter desenvolvido um material dielétrico, que possui essas três características, à base de dióxido de titânio (TiO2). Achou estranho esse nome?


Olhe nos rótulos do seu creme dental; do seu sabão em pó para lavar roupas ou do seu bronzeador (protetor solar). Provavelmente, você verá esse nome escrito neles. Essa substância é muito utilizada em produtos do nosso dia a dia, principalmente, por suas propriedades branqueadoras – refletoras da luz branca.


Com mais desenvolvimento, esse material poderá ser usado nos chamados "supercapacitores", que armazenam enormes quantidades de energia, acabando com as limitações de armazenamento das energias renováveis e alavancando o seu crescimento de vez, para que, dessa forma, possa tornar-se, num futuro próximo, a principal fonte de energia do planeta.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

ENERGIAS RENOVÁVEIS, NÃO RENOVÁVEIS E A SUSTENTABILIDADE

PALESTRAS DISCUTEM AS FORMAS DE SE OBTER ENERGIA E SUAS RELAÇÕES COM A SUSTENTABILIDADE DO PLANETA

No formato de minicurso, 5 palestras ministradas pelo prof. Carlos Sanches (formado pela USP), procuram explicar de modo didático quais são as fontes de energia renováveis e as não renováveis atualmente mais utilizadas no mundo. 

casa com energia solar e eólicaA ideia é discutir suas vantagens e desvantagens, associando-as às questões ambientais - como, por exemplo, seus impactos no solo, na água, no ar - e também às questões sociais - como a remoção de famílias de suas regiões de origem, afetando suas culturas e modo de vida. 

O minicurso procura desenvolver o raciocínio crítico com relação ao planejamento energético de um país. A reflexão é estimulada para que se aprenda quais são as melhores fontes energéticas para determinadas regiões de acordo com suas disponibilidades climáticas, de matérias-primas, de terra entre outras.

O foco é a preparação para a vida, para a cidadania e, também, para exames como o ENEM e os vestibulares.
Fontes como o petróleo - incluindo a camada pré-sal -, carvão, biodiesel, nuclear, hidrelétrica, eólica, solar e outras mais serão discutidas em detalhes com informações recentes apresentadas de modo dinâmico e envolvente através de recursos como animações, imagens e infográficos.

Para maiores informações, acesse o folder do minicurso.
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